Descrição
É considerado um dos primeiros edifícios maneiristas em Portugal, pautado pela simplicidade, simetria e equilíbrio, constituindo-se uma das géneses do “estilo chão” que proliferará por todo o mundo português. A sua decoração faustosa, dentro da gramática do barroco, nomeadamente os mármores, os azulejos e as pinturas ilusórias são correspondentes aos reinados de D. Pedro II e D. João V.
Referência Histórica
Fundado em 1147, por D. Afonso Henriques, é entregue aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, tornando-se progressivamente numa das mais importantes casas conventuais lisboetas. Foi neste mosteiro que Santo António ingressou enquanto monge, cuja cela corresponderá à atual Capela de Santo António. Posteriormente, durante a Dinastia Filipina, o mosteiro será reconstruído, contando com a participação de Juan Herrera, autor do Escorial.
Galeria
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